O estande do movimento SomosCoop é o espaço mais visitado de toda 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, realizado em Brasília, entre os dias 8 e 10 de maio. Os mais de 1,5 mil participantes recorrem ao local a fim de verem de perto como 30 cooperativas estão utilizando o carimbo da iniciativa em seus produtos, serviços, publicações e materiais diversos.

Um dos visitantes do espaço foi Fernando Schwanke, secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Ele se mostrou bastante entusiasmado com a proposta do movimento Somoscoop, de divulgar tudo que é feito pelas mãos de cooperados.

Além disso, o secretário destacou a necessidade de as cooperativas ampliarem seu nível de qualificação e processos internos, visando o mercado internacional. “As cooperativas têm que estar preparadas para competir. Isso trará muita competividade e força para que acessem desde os mercados menos exigentes até os mais complexos do mundo. É fundamental se dar conta de que, quem está preparado, acessa qualquer mercado”, avalia.

Em 2017, último ano de divulgação dos dados segmentados das exportações brasileiras, as cooperativas movimentaram mais de US$ 6 bilhões, exportando produtos como carnes, grãos e frutas, a países dos continentes europeu, americano e asiáticos.

 

UNIÃO

Além de mostrar os rostos por trás de um rótulo e, ainda, todos os CPFs que integram um único CNPJ, o Movimento SomosCoop representa a união entre todas as cooperativas do país.

“Esse carimbo traz o significado de time. Nós, cooperativistas, somos um grande time, que jogamos em prol do desenvolvimento econômico do país. Quando as cooperativas assumem esse carimbo em seus produtos e serviços, elas mostram à sociedade aquilo que temos de mais forte em nós: a união”. Gilberto Ronchin, da cooperativa de crédito Crevisc (SC)

“Independentemente da marca das cooperativas, o carimbo SomosCoop mostra que estamos unidos e que trabalhamos de forma cooperada. Acredito muito que esse carimbo pode influenciar o consumidor na hora de decidir o que vai comprar, pois quem conhece o cooperativismo se apaixona. Ele materializa a relação de ganha-ganha que todo mundo quer.” Michele Silva, da cooperativa Unicredi/MT