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02/01/2026
Ana Maria Braga, Nath Finanças e Ed Gama escolhem o coop
Sabe o que uma das maiores apresentadoras de TV do país, uma influencer especialista em educação financeira e um humorista com mais de 2 milhões de seguidores têm em comum? Eles escolhem e recomendam produtos e serviços de cooperativas! Ana Maria Braga , Nathália Rodrigues, a Nath Finanças, e Ed Gama são os rostos da Campanha SomosCoop 2026, que apresenta o cooperativismo para os brasileiros. Este ano, o mote da ação é “Escolha o coop”, com foco no consumo consciente de produtos e serviços cooperativistas. Ana Maria Braga é uma apresentadora consagrada e respeitada pelo público brasileiro. A artista representa confiança e sua presença vai conectar um grande número de pessoas à marca cooperativista nos meios digitais. Com um público fiel na televisão e novas gerações de fãs que acompanham seu trabalho nas redes sociais, Ana Maria tem confiabilidade para explicar aos consumidores por que produtos cooperativistas são a melhor escolha. Nath Finanças é educadora financeira, influenciadora digital e empreendedora social, reconhecida por democratizar o acesso à educação financeira no Brasil. Ela ganhou nas redes sociais ao traduzir conceitos de finanças de forma simples e acessível, especialmente para pessoas de baixa renda. Humorista, roteirista e influenciador digital, Ed Gama é conhecido por seu humor inteligente, que mistura observações do cotidiano com comentários sobre política, economia e comportamento. Além do sucesso na internet, ele também atua nos palcos e em projetos na televisão, consolidando seu destaque no humor contemporâneo brasileiro. Com a escolha desses nomes para representar o coop em 2026, o objetivo é levar a mensagem do movimento para cada vez mais brasileiros, mostrando as vantagens e diferenciais de fazer negócios com inclusão e sustentabilidade. “A ideia é associar sua imagem reconhecida à campanha, mas também utilizar sua autoridade para legitimar a mensagem do cooperativismo e mostrar, de forma prática, por que produtos e serviços de cooperativas merecem ser escolhidos”, explica Samara Araujo, gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB – entidade que representa o cooperativismo no Brasil. Ana Maria, Nath Finanças e Ed Gama irão apresentar o coop em ações integradas em mídia digital e conteúdos especiais. Em um deles, Ed Gama irá interpretar o personagem carimbo SomosCoop fantasiado com marca, criando conteúdos bem humorados Ao longo do ano, outros influenciadores reconhecidos pelo público brasileiro também farão parte da Campanha SomosCoop. Segundo Samara, haverá ações especiais no Dia Internacional do Cooperativismo (celebrado em julho), na Copa do Mundo e uma inserção no programa MasterChef Brasil. Carimbo Somoscoop O foco da campanha em 2026 é mostrar às pessoas que, ao escolher o coop, eles investem seu dinheiro em um modelo de negócios justo, colaborativo e ético, tomando uma decisão carregada de valores como cooperação, responsabilidade social, interesse pelas comunidades e compromisso com as pessoas. Para ajudar o consumidor nessa escolha consciente, muitos produtos e serviços cooperativistas já são identificados com o carimbo SomosCoop. Em todo o país, mais de mil cooperativas utilizam a marca e a meta é ampliar esse número para consolidar ainda mais a identidade cooperativista entre os brasileiros. Ao longo de 2026, o carimbo SomosCoop ganhará destaque com ações em supermercados e outros estabelecimentos que comercializam produtos feitos por cooperativas, em uma iniciativa que pretende fortalecer a presença do coop no dia a dia dos consumidores. “Quando o consumidor encontrar o carimbo SomosCoop nos produtos e serviços de cooperativas, ele reconhecerá que ali existe um modelo de negócio diferente, comprometido com impactos positivos reais. Ao dar protagonismo ao carimbo SomosCoop, reforçamos sua função como um orientador de escolha, fortalecemos o reconhecimento das cooperativas e influenciamos positivamente a escolha das pessoas”, explica Samara Araujo. Histórico O Movimento SomosCoop foi criado em 2018 e a primeira campanha nacional foi realizada em 2020, com o tenista Gustavo Kuerten. De lá para cá, a cada ano o coop tem ampliado sua presença na mídia, fortalecido o diálogo com a sociedade e reafirmado seus valores para ganhar a confiança dos brasileiros. Clique aqui e confira o histórico da Campanha SomosCoop.
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18/12/2025
E se Emily in Paris fosse coop?
E se Emily in Paris fosse coop?
Acabou a espera para os fãs da série Emily in Paris! Estreia hoje (18/12) a quinta temporada da comédia romântica que se passa no cenário idílico de Paris e tem como protagonista Emily Cooper (Lily Collins). A produção da Netflix retrata uma jovem executiva de sucesso de Chicago que se estabelece em uma agência de comunicação na capital francesa após receber uma proposta de trabalho inesperada. Mas, e se essa história fosse coop?
Será que os desafios de adaptação na nova cidade, as grandes campanhas para marcas icônicas e as aventuras com amigos pela Cidade Luz seriam diferentes se a narrativa levasse em conta o cooperativismo? Separamos uma lista de reviravoltas se Emily in Paris fosse coop:
1- A agência Savoir seria uma cooperativa de trabalho
Na segunda temporada, a renomada agência Savoir, na qual Emily trabalha, começa a apresentar problemas financeiros devido à má gestão. Uma crise financeira se instaura e a empresa é adquirida por outra. Toda essa trama difícil poderia ser diferente se a Savoir se tornasse uma cooperativa de trabalho, com transparência contábil, resultados divididos igualmente entre todos os membros e gestão democrática.
Se a Savoir fosse coop, os colaboradores não estariam competindo entre si, mas trabalhando com base em valores como ajuda mútua, responsabilidade e solidariedade. Isso porque o cooperativismo promove o benefício coletivo, participação de todos nas decisões e prosperidade para cada cooperado.
Além disso, a agência poderia trabalhar em intercooperação com outras cooperativas, ampliando a participação no mercado, compartilhando tecnologia e oferecendo serviços mais competitivos.
2- Mindy teria conta em uma cooperativa de crédito
Melhor amiga de Emily na série, Mindy (Ashley Park) é uma herdeira que se recusou a assumir os negócios da família na China para viver o sonho de ser cantora em Paris e passa por muitos apertos financeiros para se manter na cidade. Se Emily in Paris fosse coop, Mindy poderia abrir uma conta em uma cooperativa de crédito para juntar as economias de seus trabalhos como artista de rua e ter acesso a produtos e serviços financeiros mais acessíveis.
Nas cooperativas de crédito, os clientes são, ao mesmo tempo, cooperados e donos do negócio, e podem receber uma participação nos resultados no fim de cada ano. Se Mindy fosse cooperada, também teria acesso a iniciativas de educação financeira para planejar seu futuro com mais estabilidade.
3- Emily divulgaria produtos cooperativistas
Se Emily in Paris fosse coop, com certeza seu campo de trabalho seria mais vasto porque ela poderia aprofundar relacionamento com marcas que carregam propósito, apoiam negócios locais, fortalecem pequenos agricultores e outras iniciativas que promovem a economia circular e a cooperação.
A principal estratégia de divulgação seria o carimbo SomosCoop, uma marca que identifica produtos e serviços cooperativistas, deixando claro para os consumidores diferenciais do cooperativismo como garantia de origem, responsabilidade social e compromisso com o meio ambiente.
4- Emily promoveria ações sustentáveis
Em vez do mercado de luxo, se Emily in Paris fosse coop, o foco seriam ações de consumo consciente, moda circular, energias renováveis e outras ações sustentáveis. Isso porque o cooperativismo é um modelo de negócios comprometido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma série de metas da Organização das Nações Unidas (ONU) para construir um mundo mais justo e inclusivo.
A agência de Emily poderia consumir energia renovável produzida por cooperativas, contratar coops de gestão de resíduos e utilizar veículos de cooperativas de transporte comprometidas com a mobilidade sustentável.
5- O perfil de Emily nas redes sociais seria um case de sucesso do SomosCoop
Se Emily in Paris fosse coop, sua página no Instagram seria uma referência para o movimento SomosCoop. Ela poderia fazer publicações em collab com cooperativas, divulgaria a série SomosCoop na Estrada e o podcast PodCooperar e conquistaria milhões de seguidores, ampliando a mensagem do cooperativismo.
Com seu olhar criativo, Emily visitaria cooperativas para produzir conteúdos inovadores: bastidores da produção, histórias inspiradoras de cooperados e impacto das coops em suas comunidades. Seus posts mostrariam como o cooperativismo faz a diferença, seja em Paris ou em qualquer cidade do mundo.
Quer saber mais sobre o cooperativismo? Navegue no nosso site e escolha o coop!
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11/12/2025
O legado da COP30 e o que isso tem a ver com o coop
A COP30 terminou, mas o que aconteceu em Belém ainda está reverberando pelo país. E tem um motivo especial para isso: as cooperativas brasileiras mostraram ao mundo que é possível enfrentar a crise climática produzindo, preservando e cuidando das pessoas ao mesmo tempo.
Parece ambicioso? Talvez. Mas quem conhece o cooperativismo sabe que essa é a rotina diária de muita gente no campo, na cidade, na floresta, no transporte, na saúde, na reciclagem — em tantos lugares onde cooperar faz a diferença.
Durante duas semanas, o Pavilhão Coop, na Green Zone, virou um ponto de encontro de quem queria conhecer novas formas de viver e produzir de forma mais sustentável. Lá, milhares de visitantes puderam conversar com cooperados, experimentar produtos regionais, participar de oficinas e entender, de perto, como a cooperação transforma realidades. Teve desde degustação de chocolates amazônicos até demonstrações de energia renovável e agricultura que regenera a terra.
E o melhor: tudo isso sendo contado por quem faz. Gente que planta. Gente que recicla. Gente que cuida. Gente que transforma.
O mundo ouviu e prestou atenção
Na COP30, o cooperativismo esteve presente em todos os espaços: na Green Zone, na Agri Zone, na Blue Zone e até na Casa do Seguro. E isso não é detalhe. Significa que as cooperativas participaram de debates decisivos sobre como financiar a adaptação climática, como proteger comunidades de eventos extremos, como produzir com menos impacto e como recuperar áreas degradadas.
Um dos pontos mais comentados da conferência foi o reconhecimento de que a agricultura tropical - a que fazemos aqui - é parte fundamental da solução climática. E ninguém conhece essa agricultura como os produtores brasileiros, muitos deles organizados em cooperativas que já trabalham com práticas mais sustentáveis, como rotação de culturas, manejo responsável do solo, sistemas agroflorestais e recuperação de áreas.
Também houve avanços importantes em temas que afetam diretamente a vida das pessoas, como as novas diretrizes de transição justa, que tratam de garantir que mudanças econômicas e ambientais não deixem ninguém para trás, e o fortalecimento de políticas de adaptação, fundamentais para proteger comunidades vulneráveis às enchentes, secas, queimadas e outros eventos extremos.
Um legado que fica
A COP30 também marcou o encerramento do Ano Internacional das Cooperativas, com uma celebração emocionante no Pavilhão Coop. Foi um momento simbólico, que reuniu lideranças do Brasil e de outros países, e reforçou o que muitos já sabem na prática: quando as pessoas se unem, soluções aparecem.
E esse, talvez, seja o maior legado que Belém deixa.
Não se trata apenas de acordos, documentos ou metas globais. Trata-se de reconhecer que a mudança começa no território, nas comunidades, nas pessoas que acordam cedo para fazer a economia girar — e que fazem isso de forma coletiva, justa e sustentável.
Como disse Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, órgão de representação máxima do cooperativismo no Brasil: “O cooperativismo mostra que é possível crescer sem deixar ninguém para trás. Que é possível produzir respeitando a natureza. Que é possível ter desenvolvimento com propósito. E isso é exatamente o que o mundo precisa agora.”
O futuro que a gente constrói junto
Os próximos anos prometem desafios e oportunidades. Novos financiamentos internacionais devem ajudar a impulsionar projetos de energia limpa, agricultura de baixo carbono, conservação, bioeconomia amazônica e inovação social. E as cooperativas, que já fazem tudo isso cotidianamente, ganham agora ainda mais espaço para crescer e inspirar o país.
Se a COP30 deixou um recado, ele é claro: cooperação é caminho e o Brasil já sabe trilhar esse caminho como poucos.
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05/12/2025
Documentário 'Histórias de um Mundo Melhor' retrata Brasil cooperativo
Certas jornadas têm o poder de reacender a confiança no que podemos construir juntos. Algumas delas estão no documentário Histórias de um mundo melhor, produzido pelo Sistema OCB como parte do legado do Ano Internacional das Cooperativas. Lançado nesta quinta-feira (4), no Cine Brasília, o filme, que já disponível no Youtube, revela como o cooperativismo transforma realidades e impulsiona um futuro mais próspero em comunidades de Norte a Sul do país.
Com linguagem acessível, depoimentos espontâneos e cenas que revelam a potência humana por trás de cada cooperativa, o documentário retrata famílias que permanecem no campo com dignidade, comunidades que recuperam a floresta e geram renda com a preservação, pessoas que encontram no coletivo uma segunda chance e regiões inteiras que prosperam graças à união.
“Nosso objetivo é evidenciar que o cooperativismo é mais que um modelo econômico – é uma força social capaz de gerar desenvolvimento sustentável, inclusão, pertencimento e esperança”, afirma a gerente de Comunicação e Marketing e do Sistema OCB, Samara Araujo.
Ao longo de 2025, a diretora Marília Rocha acompanhou cinco histórias reais que mostram o impacto econômico e social das cooperativas. O resultado é um mosaico sensível e potente sobre como o movimento amplia oportunidades e constrói um Brasil melhor.
O primeiro relato vem de Rondônia, com a experiência de dona Aldênia, cooperada da Cooperativa Reca e símbolo da agricultura que preserva. A história tem a participação de Hamilton Condack, presidente da cooperativa. Em seguida, o espectador vai conhecer Onésio da Silva, produtor de queijo canastra em Minas Gerais que mudou sua vida com o apoio do Sicoob Sarom; além de João Carlos Leite, o Joãozinho, um dos fundadores da cooperativa de crédito mineira. Outra história de transformação pelo coop registrada no filme é a de Cleusimar Andrade, presidente da Rede Alternativa de Reciclagem, que abriu portas de uma vida melhor para catadores e catadoras do Distrito Federal por meio da cooperação.
Do Rio Grande do Sul, a cooperada Giseli Boldrin representa gerações dedicadas à uva e ao vinho na Cooperativa Nova Aliança. Para finalizar, a produção audiovisual apresenta os cearenses Marcos Aragão e Fernanda Colares, médicos da Unimed Fortaleza, que trazem a visão do cuidado como missão coletiva.
Segundo Samara Araujo, o tema central do documentário é o poder da cooperação como força de transformação social, econômica e ambiental. “A seleção das cooperativas buscou refletir a pluralidade do movimento, destacando práticas que unem prosperidade, sustentabilidade e propósito coletivo. O foco está nas histórias que melhor traduzem o impacto do cooperativismo na vida das pessoas e nas comunidades”, detalhou.
Narrativas de cooperação
O roteiro combina cenas do cotidiano das cooperativas com depoimentos que mostram como a cooperação transforma vidas. As histórias se conectam pelo olhar dos próprios personagens, cada um representando uma dimensão da força do cooperativismo no Brasil. “São personagens que mostram, de forma humana e verdadeira, que o cooperativismo não é uma teoria: é uma prática que muda histórias”, acrescenta a gestora.
O lançamento do documentário marca o encerramento das celebrações do Ano Internacional das Cooperativas e é parte de uma estratégia para manter o engajamento e alcance das ações de divulgação do coop.
“O documentário é mais um legado que deixamos sobre o cooperativismo e busca atingir a sociedade em geral, especialmente jovens, formadores de opinião, empreendedores e comunidades locais, mostrando que o cooperativismo é um caminho real para os desafios da atualidade: desigualdade, sustentabilidade, geração de renda e futuro do trabalho”, afirma Samara.
O vídeo está disponível no canal do Sistema OCB no Youtube e já pode ser utilizado pelas Organizações Estaduais e cooperativas em eventos, treinamentos, ações de comunicação e campanhas institucionais. A expectativa é chegar ao público de várias partes do Brasil, aproveitando a capilaridade das cooperativas e das redes digitais do Sistema OCB.
Conheça os personagens do documentário Histórias de um mundo melhor:
Dona Aldênia: agricultora de Rondônia, Dona Aldênia participou da criação de sistemas agroflorestais que recuperaram áreas degradadas e transformaram colonos e a população local em protetores da manutenção da floresta em pé. Sua história revela como o cooperativismo une renda, preservação e permanência das famílias na Amazônia.
Onésio da Silva: produtor de queijo canastra, Onésio saiu da informalidade e superou um período difícil ao se aproximar da cooperativa de crédito. Com apoio técnico e financeiro, profissionalizou sua produção e transformou o “Queijo do Onésio” em referência regional.
Cleusimar Andrade: Egresso do sistema prisional, Cleusimar encontrou na reciclagem uma oportunidade real de recomeço. Hoje, lidera uma rede que garante renda digna para catadores e amplia o acesso ao trabalho formal, mostrando o cooperativismo como instrumento de reinserção social.
Giseli Boldrin: viticultora que representa a continuidade das tradições familiares na Serra Gaúcha, Giseli equilibra modernização e herança cultural, mostrando como a união de várias cooperativas possibilitou agregar valor à uva e fortalecer centenas de famílias produtoras.
Marcos Aragão e Fernanda Colares: médicos e dirigentes cooperativistas, eles viveram intensamente os desafios da pandemia e reforçam, em seu trabalho diário, o cooperativismo como uma rede de cuidado, confiança e impacto na vida de milhares de pessoas.
Assista ao documentário:
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02/01/2026
Ana Maria Braga, Nath Finanças e Ed Gama escolhem o coop
Sabe o que uma das maiores apresentadoras de TV do país, uma influencer especialista em educação financeira e um humorista com mais de 2 milhões de seguidores têm em comum? Eles escolhem e recomendam produtos e serviços de cooperativas! Ana Maria Braga , Nathália Rodrigues, a Nath Finanças, e Ed Gama são os rostos da Campanha SomosCoop 2026, que apresenta o cooperativismo para os brasileiros. Este ano, o mote da ação é “Escolha o coop”, com foco no consumo consciente de produtos e serviços cooperativistas.
Ana Maria Braga é uma apresentadora consagrada e respeitada pelo público brasileiro. A artista representa confiança e sua presença vai conectar um grande número de pessoas à marca cooperativista nos meios digitais. Com um público fiel na televisão e novas gerações de fãs que acompanham seu trabalho nas redes sociais, Ana Maria tem confiabilidade para explicar aos consumidores por que produtos cooperativistas são a melhor escolha.
Nath Finanças é educadora financeira, influenciadora digital e empreendedora social, reconhecida por democratizar o acesso à educação financeira no Brasil. Ela ganhou nas redes sociais ao traduzir conceitos de finanças de forma simples e acessível, especialmente para pessoas de baixa renda.
Humorista, roteirista e influenciador digital, Ed Gama é conhecido por seu humor inteligente, que mistura observações do cotidiano com comentários sobre política, economia e comportamento. Além do sucesso na internet, ele também atua nos palcos e em projetos na televisão, consolidando seu destaque no humor contemporâneo brasileiro.
Com a escolha desses nomes para representar o coop em 2026, o objetivo é levar a mensagem do movimento para cada vez mais brasileiros, mostrando as vantagens e diferenciais de fazer negócios com inclusão e sustentabilidade.
“A ideia é associar sua imagem reconhecida à campanha, mas também utilizar sua autoridade para legitimar a mensagem do cooperativismo e mostrar, de forma prática, por que produtos e serviços de cooperativas merecem ser escolhidos”, explica Samara Araujo, gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB – entidade que representa o cooperativismo no Brasil.
Ana Maria, Nath Finanças e Ed Gama irão apresentar o coop em ações integradas em mídia digital e conteúdos especiais. Em um deles, Ed Gama irá interpretar o personagem carimbo SomosCoop fantasiado com marca, criando conteúdos bem humorados
Ao longo do ano, outros influenciadores reconhecidos pelo público brasileiro também farão parte da Campanha SomosCoop. Segundo Samara, haverá ações especiais no Dia Internacional do Cooperativismo (celebrado em julho), na Copa do Mundo e uma inserção no programa MasterChef Brasil.
Carimbo Somoscoop
O foco da campanha em 2026 é mostrar às pessoas que, ao escolher o coop, eles investem seu dinheiro em um modelo de negócios justo, colaborativo e ético, tomando uma decisão carregada de valores como cooperação, responsabilidade social, interesse pelas comunidades e compromisso com as pessoas.
Para ajudar o consumidor nessa escolha consciente, muitos produtos e serviços cooperativistas já são identificados com o carimbo SomosCoop. Em todo o país, mais de mil cooperativas utilizam a marca e a meta é ampliar esse número para consolidar ainda mais a identidade cooperativista entre os brasileiros.
Ao longo de 2026, o carimbo SomosCoop ganhará destaque com ações em supermercados e outros estabelecimentos que comercializam produtos feitos por cooperativas, em uma iniciativa que pretende fortalecer a presença do coop no dia a dia dos consumidores.
“Quando o consumidor encontrar o carimbo SomosCoop nos produtos e serviços de cooperativas, ele reconhecerá que ali existe um modelo de negócio diferente, comprometido com impactos positivos reais. Ao dar protagonismo ao carimbo SomosCoop, reforçamos sua função como um orientador de escolha, fortalecemos o reconhecimento das cooperativas e influenciamos positivamente a escolha das pessoas”, explica Samara Araujo.
Histórico
O Movimento SomosCoop foi criado em 2018 e a primeira campanha nacional foi realizada em 2020, com o tenista Gustavo Kuerten. De lá para cá, a cada ano o coop tem ampliado sua presença na mídia, fortalecido o diálogo com a sociedade e reafirmado seus valores para ganhar a confiança dos brasileiros. Clique aqui e confira o histórico da Campanha SomosCoop.
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26/12/2025
Conheça o MarketCoop, shopping virtual de produtos de cooperativas
Imagine poder escolher produtos de cooperativas de todo o país sem sair de casa. O MarketCoop, marketplace exclusivo para produtos de cooperativas brasileiras, torna isso possível ao reunir, em um único ambiente digital, itens coop de várias regiões, valorizando quem produz de forma sustentável e incentivando o consumo consciente.
A plataforma oferece mais de 200 produtos de cooperativas de Norte a Sul do Brasil, como alimentos, bebidas, cafés especiais, roupas, acessórios, peças de artesanato, ração para pets e outras opções, com garantia de origem.
“O MarketCoop é uma vitrine on-line pensada para valorizar a identidade, a qualidade e a origem cooperativa. A principal vantagem de comprar na plataforma é adquirir produtos autênticos, de qualidade e com propósito, sabendo que sua compra apoia o desenvolvimento local, a sustentabilidade e o impacto social gerado pelas cooperativas”, explica Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, entidade que representa o cooperativismo no Brasil.
Artesanato com propósito
Uma das cooperativas presentes no MarketCoop é a Bordana, de Goiânia (GO), que reúne mulheres bordadeiras na produção de peças inspiradas nas belezas naturais do Cerrado. Cerca de 30 produtos da cooperativa estão na plataforma, entre almofadas, camisetas, quadros decorativos, cadernos, bolsas, necessaires e peças artísticas de bordado livre. Cada item carrega identidade, raízes e afeto de mulheres que encontraram no cooperativismo uma alternativa para garantir sua autonomia financeira.
Para a diretora presidenta da Bordana, Celma Grace, facilitar a comercialização de produtos cooperativistas tem benefícios tanto para quem produz quanto para quem compra. “As cooperativas produzem bens com valor, história, identidade e impacto social. São produtos feitos por pessoas, por famílias, por territórios inteiros. Com o MarketCoop, ganhamos um espaço competitivo ao lado das grandes plataformas, mas com um grande diferencial: nossos produtos carregam propósito”, destaca.
Antes de iniciar as vendas no marketplace, a gestora da Bordana participou de capacitações sobre gestão comercial, e-commerce e logística, entre outros cursos, para garantir bons resultados para os negócios de sua coop. “Com o MarketCoop temos uma oportunidade real de ampliar nossa visibilidade, alcançar um público que valoriza o feito a mão e fortalecer um canal de vendas alinhado com nossos princípios e valores. Nosso objetivo é claro: gerar mais renda, mais autonomia e mais impacto social para a Bordana”, complementa Celma Grace.
Atendimento de qualidade
Qualquer pessoa pode comprar no MarketCoop, seja consumidor, empresa ou cooperativa. Já para vender, apenas cooperativas registradas no Sistema OCB podem participar. Além disso, é necessário que a coop tenha capacidade operacional para atender aos pedidos, garantindo estoque, embalagem adequada, envio dentro do prazo e uma política de trocas estruturada.
O processo de entrada na plataforma segue padrões rigorosos de análise do potencial de vendas da cooperativa, o que garante ao consumidor final uma compra rápida, segura e sem transtornos, segundo Débora Ingrisano. “Para a cooperativa, o MarketCoop oferece uma infraestrutura completa de e-commerce, visibilidade nacional e acesso a um novo canal de vendas sem necessidade de investimento próprio em tecnologia, com condições comerciais mais atrativas e acessíveis do que as praticadas no mercado. Para o consumidor, é uma escolha consciente que carrega o diferencial do propósito cooperativista: produtos com origem transparente, impacto social positivo, promoção de comunidades e valorização da economia local”, compara a gestora.
Conheça 5 produtos cooperativistas disponíveis no MarketCoop:
Café Póde Mulheres
Café 100% conilon especial produzido pelo Grupo de Mulheres e processado pela Cooperativa Cafesul, do Espírito Santo.
Bolsa com material sustentável
Produzida pela Cooperárvore (Minas Gerais), referência em moda sustentável e economia celular, a partir de materiais reutilizáveis da indústria automobilística, como tecido automotivo e cintos de segurança.
Mel Flores da Caatinga Silvestre
Direto de Pernambuco, este mel é produzido por pequenos apicultores da Cooates, cooperativa que há 25 anos gera renda e desenvolvimento local e sustentável no interior do estado.
Capa de Almofada Ipê Roxo Bordada à Mão
Produto feito por mulheres bordadeiras da Cooperativa Bordana, de Goiás, com inspiração em uma das árvores nativas mais simbólicas do Cerrado.
Ração premium para gatos
Alimento equilibrado e de alta qualidade para gatos adultos de todas as raças, produzido pela Cooperja, cooperativa de Santa Catarina reconhecida pela sustentabilidade e responsabilidade social.
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18/12/2025
E se Emily in Paris fosse coop?
E se Emily in Paris fosse coop?
Acabou a espera para os fãs da série Emily in Paris! Estreia hoje (18/12) a quinta temporada da comédia romântica que se passa no cenário idílico de Paris e tem como protagonista Emily Cooper (Lily Collins). A produção da Netflix retrata uma jovem executiva de sucesso de Chicago que se estabelece em uma agência de comunicação na capital francesa após receber uma proposta de trabalho inesperada. Mas, e se essa história fosse coop?
Será que os desafios de adaptação na nova cidade, as grandes campanhas para marcas icônicas e as aventuras com amigos pela Cidade Luz seriam diferentes se a narrativa levasse em conta o cooperativismo? Separamos uma lista de reviravoltas se Emily in Paris fosse coop:
1- A agência Savoir seria uma cooperativa de trabalho
Na segunda temporada, a renomada agência Savoir, na qual Emily trabalha, começa a apresentar problemas financeiros devido à má gestão. Uma crise financeira se instaura e a empresa é adquirida por outra. Toda essa trama difícil poderia ser diferente se a Savoir se tornasse uma cooperativa de trabalho, com transparência contábil, resultados divididos igualmente entre todos os membros e gestão democrática.
Se a Savoir fosse coop, os colaboradores não estariam competindo entre si, mas trabalhando com base em valores como ajuda mútua, responsabilidade e solidariedade. Isso porque o cooperativismo promove o benefício coletivo, participação de todos nas decisões e prosperidade para cada cooperado.
Além disso, a agência poderia trabalhar em intercooperação com outras cooperativas, ampliando a participação no mercado, compartilhando tecnologia e oferecendo serviços mais competitivos.
2- Mindy teria conta em uma cooperativa de crédito
Melhor amiga de Emily na série, Mindy (Ashley Park) é uma herdeira que se recusou a assumir os negócios da família na China para viver o sonho de ser cantora em Paris e passa por muitos apertos financeiros para se manter na cidade. Se Emily in Paris fosse coop, Mindy poderia abrir uma conta em uma cooperativa de crédito para juntar as economias de seus trabalhos como artista de rua e ter acesso a produtos e serviços financeiros mais acessíveis.
Nas cooperativas de crédito, os clientes são, ao mesmo tempo, cooperados e donos do negócio, e podem receber uma participação nos resultados no fim de cada ano. Se Mindy fosse cooperada, também teria acesso a iniciativas de educação financeira para planejar seu futuro com mais estabilidade.
3- Emily divulgaria produtos cooperativistas
Se Emily in Paris fosse coop, com certeza seu campo de trabalho seria mais vasto porque ela poderia aprofundar relacionamento com marcas que carregam propósito, apoiam negócios locais, fortalecem pequenos agricultores e outras iniciativas que promovem a economia circular e a cooperação.
A principal estratégia de divulgação seria o carimbo SomosCoop, uma marca que identifica produtos e serviços cooperativistas, deixando claro para os consumidores diferenciais do cooperativismo como garantia de origem, responsabilidade social e compromisso com o meio ambiente.
4- Emily promoveria ações sustentáveis
Em vez do mercado de luxo, se Emily in Paris fosse coop, o foco seriam ações de consumo consciente, moda circular, energias renováveis e outras ações sustentáveis. Isso porque o cooperativismo é um modelo de negócios comprometido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma série de metas da Organização das Nações Unidas (ONU) para construir um mundo mais justo e inclusivo.
A agência de Emily poderia consumir energia renovável produzida por cooperativas, contratar coops de gestão de resíduos e utilizar veículos de cooperativas de transporte comprometidas com a mobilidade sustentável.
5- O perfil de Emily nas redes sociais seria um case de sucesso do SomosCoop
Se Emily in Paris fosse coop, sua página no Instagram seria uma referência para o movimento SomosCoop. Ela poderia fazer publicações em collab com cooperativas, divulgaria a série SomosCoop na Estrada e o podcast PodCooperar e conquistaria milhões de seguidores, ampliando a mensagem do cooperativismo.
Com seu olhar criativo, Emily visitaria cooperativas para produzir conteúdos inovadores: bastidores da produção, histórias inspiradoras de cooperados e impacto das coops em suas comunidades. Seus posts mostrariam como o cooperativismo faz a diferença, seja em Paris ou em qualquer cidade do mundo.
Quer saber mais sobre o cooperativismo? Navegue no nosso site e escolha o coop!
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11/12/2025
O legado da COP30 e o que isso tem a ver com o coop
A COP30 terminou, mas o que aconteceu em Belém ainda está reverberando pelo país. E tem um motivo especial para isso: as cooperativas brasileiras mostraram ao mundo que é possível enfrentar a crise climática produzindo, preservando e cuidando das pessoas ao mesmo tempo.
Parece ambicioso? Talvez. Mas quem conhece o cooperativismo sabe que essa é a rotina diária de muita gente no campo, na cidade, na floresta, no transporte, na saúde, na reciclagem — em tantos lugares onde cooperar faz a diferença.
Durante duas semanas, o Pavilhão Coop, na Green Zone, virou um ponto de encontro de quem queria conhecer novas formas de viver e produzir de forma mais sustentável. Lá, milhares de visitantes puderam conversar com cooperados, experimentar produtos regionais, participar de oficinas e entender, de perto, como a cooperação transforma realidades. Teve desde degustação de chocolates amazônicos até demonstrações de energia renovável e agricultura que regenera a terra.
E o melhor: tudo isso sendo contado por quem faz. Gente que planta. Gente que recicla. Gente que cuida. Gente que transforma.
O mundo ouviu e prestou atenção
Na COP30, o cooperativismo esteve presente em todos os espaços: na Green Zone, na Agri Zone, na Blue Zone e até na Casa do Seguro. E isso não é detalhe. Significa que as cooperativas participaram de debates decisivos sobre como financiar a adaptação climática, como proteger comunidades de eventos extremos, como produzir com menos impacto e como recuperar áreas degradadas.
Um dos pontos mais comentados da conferência foi o reconhecimento de que a agricultura tropical - a que fazemos aqui - é parte fundamental da solução climática. E ninguém conhece essa agricultura como os produtores brasileiros, muitos deles organizados em cooperativas que já trabalham com práticas mais sustentáveis, como rotação de culturas, manejo responsável do solo, sistemas agroflorestais e recuperação de áreas.
Também houve avanços importantes em temas que afetam diretamente a vida das pessoas, como as novas diretrizes de transição justa, que tratam de garantir que mudanças econômicas e ambientais não deixem ninguém para trás, e o fortalecimento de políticas de adaptação, fundamentais para proteger comunidades vulneráveis às enchentes, secas, queimadas e outros eventos extremos.
Um legado que fica
A COP30 também marcou o encerramento do Ano Internacional das Cooperativas, com uma celebração emocionante no Pavilhão Coop. Foi um momento simbólico, que reuniu lideranças do Brasil e de outros países, e reforçou o que muitos já sabem na prática: quando as pessoas se unem, soluções aparecem.
E esse, talvez, seja o maior legado que Belém deixa.
Não se trata apenas de acordos, documentos ou metas globais. Trata-se de reconhecer que a mudança começa no território, nas comunidades, nas pessoas que acordam cedo para fazer a economia girar — e que fazem isso de forma coletiva, justa e sustentável.
Como disse Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, órgão de representação máxima do cooperativismo no Brasil: “O cooperativismo mostra que é possível crescer sem deixar ninguém para trás. Que é possível produzir respeitando a natureza. Que é possível ter desenvolvimento com propósito. E isso é exatamente o que o mundo precisa agora.”
O futuro que a gente constrói junto
Os próximos anos prometem desafios e oportunidades. Novos financiamentos internacionais devem ajudar a impulsionar projetos de energia limpa, agricultura de baixo carbono, conservação, bioeconomia amazônica e inovação social. E as cooperativas, que já fazem tudo isso cotidianamente, ganham agora ainda mais espaço para crescer e inspirar o país.
Se a COP30 deixou um recado, ele é claro: cooperação é caminho e o Brasil já sabe trilhar esse caminho como poucos.
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05/12/2025
Documentário 'Histórias de um Mundo Melhor' retrata Brasil cooperativo
Certas jornadas têm o poder de reacender a confiança no que podemos construir juntos. Algumas delas estão no documentário Histórias de um mundo melhor, produzido pelo Sistema OCB como parte do legado do Ano Internacional das Cooperativas. Lançado nesta quinta-feira (4), no Cine Brasília, o filme, que já disponível no Youtube, revela como o cooperativismo transforma realidades e impulsiona um futuro mais próspero em comunidades de Norte a Sul do país.
Com linguagem acessível, depoimentos espontâneos e cenas que revelam a potência humana por trás de cada cooperativa, o documentário retrata famílias que permanecem no campo com dignidade, comunidades que recuperam a floresta e geram renda com a preservação, pessoas que encontram no coletivo uma segunda chance e regiões inteiras que prosperam graças à união.
“Nosso objetivo é evidenciar que o cooperativismo é mais que um modelo econômico – é uma força social capaz de gerar desenvolvimento sustentável, inclusão, pertencimento e esperança”, afirma a gerente de Comunicação e Marketing e do Sistema OCB, Samara Araujo.
Ao longo de 2025, a diretora Marília Rocha acompanhou cinco histórias reais que mostram o impacto econômico e social das cooperativas. O resultado é um mosaico sensível e potente sobre como o movimento amplia oportunidades e constrói um Brasil melhor.
O primeiro relato vem de Rondônia, com a experiência de dona Aldênia, cooperada da Cooperativa Reca e símbolo da agricultura que preserva. A história tem a participação de Hamilton Condack, presidente da cooperativa. Em seguida, o espectador vai conhecer Onésio da Silva, produtor de queijo canastra em Minas Gerais que mudou sua vida com o apoio do Sicoob Sarom; além de João Carlos Leite, o Joãozinho, um dos fundadores da cooperativa de crédito mineira. Outra história de transformação pelo coop registrada no filme é a de Cleusimar Andrade, presidente da Rede Alternativa de Reciclagem, que abriu portas de uma vida melhor para catadores e catadoras do Distrito Federal por meio da cooperação.
Do Rio Grande do Sul, a cooperada Giseli Boldrin representa gerações dedicadas à uva e ao vinho na Cooperativa Nova Aliança. Para finalizar, a produção audiovisual apresenta os cearenses Marcos Aragão e Fernanda Colares, médicos da Unimed Fortaleza, que trazem a visão do cuidado como missão coletiva.
Segundo Samara Araujo, o tema central do documentário é o poder da cooperação como força de transformação social, econômica e ambiental. “A seleção das cooperativas buscou refletir a pluralidade do movimento, destacando práticas que unem prosperidade, sustentabilidade e propósito coletivo. O foco está nas histórias que melhor traduzem o impacto do cooperativismo na vida das pessoas e nas comunidades”, detalhou.
Narrativas de cooperação
O roteiro combina cenas do cotidiano das cooperativas com depoimentos que mostram como a cooperação transforma vidas. As histórias se conectam pelo olhar dos próprios personagens, cada um representando uma dimensão da força do cooperativismo no Brasil. “São personagens que mostram, de forma humana e verdadeira, que o cooperativismo não é uma teoria: é uma prática que muda histórias”, acrescenta a gestora.
O lançamento do documentário marca o encerramento das celebrações do Ano Internacional das Cooperativas e é parte de uma estratégia para manter o engajamento e alcance das ações de divulgação do coop.
“O documentário é mais um legado que deixamos sobre o cooperativismo e busca atingir a sociedade em geral, especialmente jovens, formadores de opinião, empreendedores e comunidades locais, mostrando que o cooperativismo é um caminho real para os desafios da atualidade: desigualdade, sustentabilidade, geração de renda e futuro do trabalho”, afirma Samara.
O vídeo está disponível no canal do Sistema OCB no Youtube e já pode ser utilizado pelas Organizações Estaduais e cooperativas em eventos, treinamentos, ações de comunicação e campanhas institucionais. A expectativa é chegar ao público de várias partes do Brasil, aproveitando a capilaridade das cooperativas e das redes digitais do Sistema OCB.
Conheça os personagens do documentário Histórias de um mundo melhor:
Dona Aldênia: agricultora de Rondônia, Dona Aldênia participou da criação de sistemas agroflorestais que recuperaram áreas degradadas e transformaram colonos e a população local em protetores da manutenção da floresta em pé. Sua história revela como o cooperativismo une renda, preservação e permanência das famílias na Amazônia.
Onésio da Silva: produtor de queijo canastra, Onésio saiu da informalidade e superou um período difícil ao se aproximar da cooperativa de crédito. Com apoio técnico e financeiro, profissionalizou sua produção e transformou o “Queijo do Onésio” em referência regional.
Cleusimar Andrade: Egresso do sistema prisional, Cleusimar encontrou na reciclagem uma oportunidade real de recomeço. Hoje, lidera uma rede que garante renda digna para catadores e amplia o acesso ao trabalho formal, mostrando o cooperativismo como instrumento de reinserção social.
Giseli Boldrin: viticultora que representa a continuidade das tradições familiares na Serra Gaúcha, Giseli equilibra modernização e herança cultural, mostrando como a união de várias cooperativas possibilitou agregar valor à uva e fortalecer centenas de famílias produtoras.
Marcos Aragão e Fernanda Colares: médicos e dirigentes cooperativistas, eles viveram intensamente os desafios da pandemia e reforçam, em seu trabalho diário, o cooperativismo como uma rede de cuidado, confiança e impacto na vida de milhares de pessoas.
Assista ao documentário:
Notícias
03/12/2025
Cooperativas de povos indígenas mostram que cooperar é preservar
Você sabia que as Terras Indígenas são as áreas mais preservadas do Brasil? Segundo estudo da rede MapBiomas, a perda de vegetação nativa nesses territórios tem sido muito menor que em outras áreas. Isso porque os povos indígenas vivem e produzem em equilíbrio com a natureza e reconhecem o valor da floresta em pé. Quando esse modo de viver ancestral encontra o cooperativismo, os resultados se amplificam: comunidades geram renda com inclusão e preservação do meio ambiente para as próximas gerações.
Os povos indígenas têm valores e práticas muito alinhadas ao movimento cooperativista, como a valorização do trabalho coletivo, a repartição de resultados e o compromisso com a natureza. Em várias partes do Brasil, cooperativas indígenas têm garantido melhores condições de vida nas aldeias e comunidades, com qualificação da produção local, abertura de novos mercados e garantia de preços justos.
“Além de gerar renda para os cooperados, as cooperativas de povos originários são muito simbólicas e ricas culturalmente, pois representam as origens do povo brasileiro e valorizam saberes tradicionais e a diversidade”, destaca o coordenador de Meio Ambiente do Sistema OCB, Alex Macedo.
Tradição e reconhecimento
Em Rondônia, a Cooperativa de Produção de Povo Indígena Paiter Suruí (Coopaiter) mostra como o cooperativismo pode fortalecer a cultura e preservar a floresta com a valorização dos produtos da sociobiodiversidade. Fundada em 2017, a coop reúne 230 cooperados, que produzem e comercializam castanha, café, óleos vegetais e outros produtos obtidos a partir do extrativismo sustentável na Terra Indígena Sete de Setembro.
Com rígidos padrões de qualidade e unindo tradição e inovação, a primeira coop indígena de Rondônia respeita a terra e fornece produtos que representam os valores e a diversidade do povo Paiter Suruí. A gerente de produção da Coopaiter, Elisângela Bell Armelina Suruí, explica que o foco da cooperativa é a qualidade e origem dos produtos, não apenas o volume, e que a preservação da floresta é inegociável.
No caso do café, por exemplo, os cooperados produzem o grão em áreas já abertas, sem desmatar vegetação nativa para plantar novos cafezais. “Nossa produção é feita com respeito à floresta e essa conscientização é repassada para os nossos cooperados e para o povo local. Atuamos junto à comunidade e no nosso território com essa perspectiva de educação ambiental”.
Segundo Elisângela, a presença da Coopaiter na região também contribuiu para reduzir a extração de madeira ilegal e o garimpo, práticas comuns há alguns anos pela falta de oportunidades econômicas para os indígenas. “O maior benefício para os nossos cooperados é a geração de renda, o que traz maior qualidade de vida para eles. Hoje, os associados não precisam sair da terra para ter seu dinheiro e sustentar sua família. Antigamente, os produtos eram vendidos a preço muito baixo, hoje existe um valor de mercado”, afirmou.
Para a representante dos Paiter Suruí, o cooperativismo ajuda a fortalecer o trabalho em grupo e a colocar em prática princípios e valores tradicionais dos indígenas. “O coop nos uniu. Estamos aqui para mostrar que é possível ter uma produção de qualidade sem prejudicar a natureza, apostando em parcerias e na valorização de quem cuida da floresta”.
Conhecimento tradicional e bem viver
De Roraima, próximo à fronteira com a Venezuela, vem o exemplo da Cooperativa Agropecuária Indígena de Pacaraima (Coop’Agi), que reúne indígenas das etnias Macuxi, Wapichana e Taurepang e se tornou referência de organização produtiva de povos tradicionais na Região Norte.
A coop atua como uma ponte entre os produtores indígenas e o mercado, reunindo a produção de 120 cooperados de 32 comunidades e realizando a comercialização de forma organizada e justa. A Coop’Agi trabalha com melancia, banana, mandioca, batata, abóbora e hortaliças produzidas nas comunidades das Terras Indígenas Raposa Serra do Sol e São Marcos.
Nos dois últimos anos, a coop comercializou aproximadamente 120 toneladas de alimentos por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), que resultaram em mais de R$ 2 milhões em receitas.
Com foco na segurança alimentar, geração de renda e autonomia das comunidades indígenas, a Coop’Agi produz na floresta em áreas de manejo, sem necessidade de abertura de novas áreas, utilizando tecnologias apenas para a correção do solo, com técnicas que respeitam o tempo da natureza e o ciclo da terra.
“Nossa cooperativa trabalha com a junção do conhecimento tradicional com a tecnologia [agroecologia], isto é, aliando a manutenção da cultura e costume dos povos tradicionais com a modernidade. Também colocamos em prática o conceito do desenvolvimento sustentável, que é uma forma de conseguir viver bem explorando os recursos naturais para diminuir a pobreza e ter qualidade de vida, mas sem destruir ou poluir o meio ambiente, para que ele possa ser usado pelas próximas gerações”, explica o diretor presidente da Coop’Agi, Zenilton Saldanha.
Segundo ele, para uma comunidade indígena, o objetivo do trabalho não é apenas transformar a natureza para garantir resultados, mas construir uma sociedade baseada na cooperação e na partilha da riqueza gerada pela própria floresta.
“A Coop’Agi tem exercido um papel importante na sociedade local e regional, permitindo que os povos indígenas Macuxi, Wapichana e Taurepang se organizem, adquiram conhecimentos e consigam colocá-los em prática, contribuindo diretamente para a segurança alimentar, geração de renda e autonomia da nossa comunidade”, destaca o cooperativista indígena.
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